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com inteligência.

Consultoria financeira independente, fee-based e sem conflito de interesse. Ferramentas institucionais de análise multi-asset para quem leva o patrimônio a sério.

Au
Ouro (XAU/USD)
Spot Price
Ag
Prata (XAG/USD)
Spot Price
Pt
Platina (XPT/USD)
Spot Price
Bitcoin (BTC)
Spot Price
💵
USD / BRL
Taxa de câmbio
Taxa Selic
14,75%
a.a. · BCB
IPCA 12M
4,55%
acumulado · IBGE
CDI
14,65%
a.a. · BCB
USD / BRL
4,98
comercial · BCB
PIB 2025
+2,3%
realizado · IBGE 03/26

Cotações

Mercado em Tempo Real

Dados atualizados automaticamente via TradingView


Ferramentas

Simuladores de Investimento

Cada ativo simulado individualmente com gráfico técnico em tempo real e projeção por cenários.

Au
Ouro
GOLD / USD · oz troy
$ —
Conservador
+4% a.a.
Resolução diplomática rápida do conflito no Golfo Pérsico remove o prêmio geopolítico. Fed mantém juros elevados por mais tempo (>4% a.a.), dólar forte comprime o ouro. Demanda de joalheria asiática desacelera com câmbio desfavorável. Retorno real próximo de zero em termos de USD.
Valor final da carteira
$ —
Moderado
+9,3% a.a.
Conflito no Estreito de Ormuz se prolonga por 4–8 semanas com normalização gradual. Fed inicia ciclo de cortes no 2º semestre de 2026, dólar perde força. Bancos centrais emergentes (China, Índia, Brasil) ampliam reservas em ouro. Prêmio de incerteza geopolítica sustentado.
Valor final da carteira
$ —
Agressivo
+15% a.a.
Escalada total do conflito Irã–EUA–Israel bloqueia Ormuz por meses. Recessão global, inflação estruturalmente acima de 5% e desconfiança no sistema bancário disparam o rali de refúgio. Brent acima de US$ 110 retroalimenta a demanda por ouro. Histórico: +32% em 2007, +27% em 2011.
Valor final da carteira
$ —
Gráfico Técnico — Ouro (XAU/USD)
Ag
Prata
SILVER / USD · oz troy
$ —
Conservador
+3% a.a.
Desaceleração da manufatura global comprime a demanda industrial, que representa ~50% do consumo de prata. Choque de petróleo eleva custos de produção sem contrapartida de preço. Dólar forte e juros do Fed acima de 4% sustentam ratio ouro/prata acima de 90x, deprimindo a prata relativa ao ouro.
Valor final da carteira
$ —
Moderado
+8,5% a.a.
Demanda solar fotovoltaica cresce ~6% a.a. impulsionada por metas climáticas globais. O rali do ouro geopolítico puxa a prata com defasagem histórica. Ratio ouro/prata converge de 90x para 75–80x à medida que o ciclo de juros do Fed se inverte em 2026–2027.
Valor final da carteira
$ —
Agressivo
+18% a.a.
Aceleração massiva da transição energética combinada com o rali do ouro geopolítico. Subsídios verdes dos EUA e Europa catapultam demanda por painéis solares. Déficit estrutural de oferta (mineração em declínio). Ratio ouro/prata retorna à paridade histórica de 50–60x. Histórico: +170% em 2010–2011.
Valor final da carteira
$ —
Gráfico Técnico — Prata (XAG/USD)
Pt
Platina
PLATINUM / USD · oz troy
$ —
Conservador
−5% a.a.
Aceleração da eletrificação europeia reduz a frota diesel, principal destino dos catalisadores de platina (~40% da demanda). Choque de petróleo desacelera a manufatura global e comprime investimentos industriais. África do Sul (70% da oferta global) mantém produção elevada sem contrapeso de demanda suficiente.
Valor final da carteira
$ —
Moderado
+6% a.a.
Platina consolida posição como metal do hidrogênio verde. Células de combustível para caminhões pesados, trens e geração distribuída criam demanda estrutural crescente. Crise energética pós-conflito acelera investimentos em energia limpa. Déficit de oferta projetado para 2027–2028 sustenta o preço no médio prazo.
Valor final da carteira
$ —
Agressivo
+20% a.a.
Choque de petróleo e crise energética global tornam o hidrogênio verde politicamente urgente. Subsídios massivos da UE e EUA disparam demanda por células de combustível — todas usando platina como catalisador. Platina negocia com desconto de 50%+ frente ao ouro; reversão para o ratio histórico de 1:1 representa valorização de 200%+ nos níveis atuais.
Valor final da carteira
$ —
Gráfico Técnico — Platina (XPT/USD)
Bitcoin
BTC / USD · Spot Price
$ —
Alto risco: Bitcoin é o ativo mais volátil desta plataforma. Quedas de 50–80% já ocorreram em ciclos anteriores. Nunca invista mais do que está disposto a perder integralmente. Próximo halving: abril 2028.
Conservador
−60% total
Capitulação de ciclo amplificada pelo risco-off geopolítico. Correlação com ativos de risco aumenta em momentos de crise — Bitcoin cai junto com Nasdaq. Aperto regulatório severo, colapso de exchange sistêmica ou vulnerabilidade criptográfica. Histórico: drawdowns de 84% (2018) e 77% (2022). Cenário assume perda de 60% do capital total investido.
Valor final da carteira
$ —
Moderado
+40% a.a.
Ciclo pós-halving de abril 2028 sustenta valorização estrutural. ETFs spot já aprovados nos EUA e Europa ampliam a demanda institucional contínua. Tesourarias corporativas e soberanas diversificam para BTC como hedge inflacionário — especialmente relevante com Selic em 13,75% e IPCA pressionado pelo conflito no Golfo. Média histórica dos ciclos pós-halving: +350%.
Valor final da carteira
$ —
Agressivo
+120% a.a.
Adoção soberana e supply shock simultâneos. Instabilidade do sistema financeiro global (inflação + conflito geopolítico) acelera a busca por ativos descentralizados. Bancos centrais diversificam reservas para BTC. Halving de 2028 reduz emissão pela metade no pico da demanda institucional. Histórico: +305% em 2020, +1300% em 2017.
Valor final da carteira
$ —
Gráfico Técnico — Bitcoin (BTC/USD)
Comparador de Ativos

Configure os parâmetros de cada ativo e compare as projeções no mesmo gráfico

Au Ouro
Taxa9,3%
Ag Prata
Taxa8,5%
Pt Platina
Taxa6,0%
₿ Bitcoin
Taxa40%
Prazo de comparação 10 anos
Modo de exibição
Escala Y
"Índice base 100" é ideal para comparar ativos com valores muito diferentes
AtivoInvestido TotalValor FinalRetornoCAGR
Ajuste os parâmetros acima para gerar a comparação
Gráficos Técnicos — Comparação Visual
Au Ouro — XAU/USD
Ag Prata — XAG/USD
Pt Platina — XPT/USD
₿ Bitcoin — BTC/USD

Portfolio

Alocação de Portfólio

Portfólio completo com distribuição entre renda fixa, metais, cripto e reserva estratégica.

Valor total do portfólio R$ 500.000
Perfil de investidor
Portfólio balanceado entre proteção e crescimento real. Selecione também o cenário macro para ver o impacto combinado no gráfico de projeção.
Cenário macro
Início do ciclo de cortes do BCB em março/2026, com incerteza geopolítica moderada e desinflação gradual.
Renda Fixa
NTNB11 ETF IPCA+ B3 · ETF NTN-B · duration intermediária R$/cota
30% R$ 150.000
CDI / Selic Tesouro Selic (SELIC) · D+0 · liquidez imediata % a.a.
25% R$ 125.000
Metais Preciosos
Ouro (XAU) ETF · ouro físico internacional
15% R$ 75.000
Prata (XAG) ETF · prata spot internacional
5% R$ 25.000
Platina (XPT) ETF · platina spot internacional
5% R$ 25.000
Cripto & Alternativo
Bitcoin (BTC) ETF spot ou custódia direta
10% R$ 50.000
Reserva Estratégica
Reserva de Oportunidade CDI / Selic · D+0 · colchão de liquidez
15% R$ 75.000
Total alocado 100% do portfólio distribuído
R$ 500.000
Distribuição do Portfólio
Total
R$ 500K
NTNB11 30%
CDI 25%
Ouro 15%
Bitcoin 10%
Prata 5%
Reserva 15%
Nota: Esta alocação é sugestão educacional baseada em perfis genéricos de risco. Os percentuais somam 100% do portfólio total. Cada investidor deve avaliar sua situação financeira, horizonte e tolerância a perdas com um assessor qualificado.
Análise Comparativa

Projeção do Portfólio vs Benchmarks

Combine o perfil de investidor (alocação) com o cenário macro (retornos dos ativos) para ver o impacto real no seu portfólio.

Horizonte
Cenário
DI1F27 (Selic implícita B3) 15% → 12% a.a.
NTNB11 (ETF IPCA+) IPCA + 7,0% a.a.
Perfil × Cenário Moderado × Base
IPCA projetado 5,5% → 4,5% a.a.
Estratégia Retorno Total Retorno Real (acima IPCA) CAGR R$ 500K vira
Premissas: Selic parte de 14,75% a.a. (COPOM abr/26, manutenção) e converge para 10,5% ao longo de 2027–2028 (ciclo gradual). IPCA converge de 4,55% (12M realizado) para 3,5% a.a. (meta CMN). NTN-B projetada com spread IPCA+7,0% (nível médio da curva real). Os retornos dos ativos (ouro, prata, platina, BTC) variam conforme o cenário macro selecionado; a alocação percentual varia conforme o perfil de risco. Cenário pessimista: geopolítica deteriorada, juros altos por mais tempo, cripto em queda. Base: normalização gradual. Otimista: dólar fraco, fluxo para ativos reais, ciclo cripto positivo. Valores simulados não constituem garantia de retorno.
Cenário Global · Maio 2026

Panorama Macroeconômico

Cessar-fogo EUA-Irã frágil · Reabertura do Estreito de Ormuz em negociação (mai/2026)
Após o pico do conflito no Oriente Médio, vigora desde 8 de abril de 2026 um cessar-fogo frágil entre EUA e Irã, com escaramuças pontuais em torno do controle do Estreito de Ormuz. Em 23–24 de maio, o presidente Trump afirmou que um acordo está "em grande parte negociado": extensão de 60 dias do cessar-fogo, reabertura do Ormuz sem pedágio, retirada das minas pelo Irã, fim do bloqueio aos portos iranianos e isenções de sanções que permitiriam ao Irã voltar a vender petróleo livremente, além de um prazo de 30 dias para negociar o programa nuclear. O Irã contesta a versão americana e afirma que o estreito segue sob seu controle — o acordo não estava finalizado até 30/05. Com a desescalada, o Brent recuou cerca de 17% em maio, a maior queda mensal desde 2020, para perto de US$ 91/barril, devolvendo boa parte do prêmio de risco geopolítico acumulado no auge do conflito.
EM DESESCALADA
Canais de Transmissão Macro
Impacto direto nas variáveis de mercado global
Variável Direção Mecanismo principal
Petróleo (Brent) ↓↓ Cessar-fogo e reabertura do Ormuz em negociação derrubam o prêmio de risco; Brent ~US$ 91 (−17% em maio, maior queda mensal desde 2020)
Inflação Global ~ Energia mais barata alivia custos; desinflação volta ao radar, mas serviços seguem resistentes
Juros (Fed / BCB) ~ Fed em pausa (3,50–3,75%, voto 8-4); BCB em ciclo de corte gradual (Selic 14,50%)
PIB Global ~ Alívio do choque de oferta melhora a perspectiva; crescimento ainda modesto
Dólar (DXY) ~ Menos demanda por safe haven, mas Fed "higher for longer" (Waller) sustenta o dólar
Real (BRL) Recuo do risco geopolítico ajuda; BRL ~R$ 5,02–5,06, ante o pico do conflito
Ouro / Prata ~ Recuo do pico de US$ 5.602 (jan/26); ~US$ 4.540/oz, repique pós-PCE de abril em linha
Bitcoin ~ Apetite a risco melhora com a desescalada; tese de reserva de valor no médio prazo
Impacto Específico — Brasil
Reflexos sobre COPOM, IPCA e câmbio
SELIC e Ciclo de Cortes
O Copom cortou a Selic para 14,50% a.a. em 28–29 de abril de 2026 — segundo corte seguido de 0,25pp, por unanimidade — dando sequência ao ciclo de afrouxamento iniciado em março. A energia mais barata com a desescalada abre espaço, mas a inflação doméstica resiste: o IPCA-15 de abril acelerou para 0,89% (4,37% em 12 meses) e o Boletim Focus de 25/05 projeta IPCA de 5,04% para 2026, acima do teto da meta (3% ±1,5pp). A próxima reunião é em 16–17 de junho; o mercado projeta continuidade gradual dos cortes, com Selic terminando 2026 perto de 13,25%.
Câmbio e Contas Externas
Com o recuo do prêmio de risco geopolítico, o Real opera perto de R$ 5,02–5,06/US$ no fim de maio, ante o pico do conflito. O Fed "higher for longer" (falas de Waller) limita apreciações maiores; o Focus projeta dólar em R$ 5,17 ao fim de 2026. O Brasil exporta petróleo bruto e importa derivados refinados — o Brent mais baixo alivia a paridade de importação da Petrobras e a pressão sobre combustíveis.
Renda Fixa e NTN-B
Inflação acima da meta com Selic ainda em 14,50% a.a. mantém o carrego elevado atrativo. Títulos IPCA+ (NTN-B) intermediários seguem fazendo sentido para travar juro real alto antes do avanço do ciclo de cortes; CDI e pós-fixados continuam competitivos no curto prazo. A resistência inflacionária reforça a tese de duration controlada.
Petrobras e Energia
Com o Brent recuando de ~US$ 97 para ~US$ 91 e o Ormuz em vias de reabertura, dissipa-se parte da dupla tração (petróleo caro + dólar forte) que beneficiava PETR3/4 no auge do conflito. Permanecem o dividend yield elevado como atrativo defensivo e o risco político de interferência em preços. O cenário migra de "choque de oferta" para "normalização gradual".
Impacto Setorial (Microeconômico)
Setores Beneficiados
  • Aéreas e Logística — combustível mais barato com o recuo do Brent
  • Varejo e Consumo — alívio de custo de energia e frete
  • Tecnologia (Nasdaq) — apetite a risco melhora com a desescalada
  • Renda Fixa Brasil (IPCA+) — juro real alto com Selic 14,50% e inflação resistente
  • Agronegócio Brasileiro — exportador segue competitivo, ainda que com prêmio menor
Setores Penalizados
  • Petrolíferas — perda do prêmio de risco; Brent −17% no mês comprime receitas
  • Defesa e Aeroespacial — desescalada reduz o catalisador de curto prazo
  • Metais Preciosos (trade de pânico) — recuo do pico; menos demanda por hedge agudo
  • Seguradoras Marítimas — prêmios recuam com o Ormuz em vias de reabrir
  • Produtores com hedge em petróleo caro — descasamento se o Brent seguir cedendo
Cenários para o Brent
  • Acordo assinado e Ormuz reaberto: Brent recua a US$ 78–88; prêmio de risco se dissipa de vez
  • Cessar-fogo sem acordo formal (status quo): Brent US$ 88–95; volatilidade em torno das manchetes
  • Colapso da negociação / reescalada: Brent volta a US$ 100–120; choque de oferta retorna
  • Irã mantém controle do estreito (impasse): Brent US$ 90–100; risco residual prolongado
  • Oferta OPEP+ sobe com demanda fraca: Brent abaixo de US$ 80; foco migra para o crescimento global
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